Minha trajetória

Uma história de trabalho, família e contato com as pessoas

Construí minha vida trabalhando. Comecei cedo, passei por diferentes atividades e, há mais de 30 anos, atuo como empresário lotérico no Rio de Janeiro. Mas quem convive comigo sabe que, mesmo sendo empresário, é no contato direto com as pessoas que me sinto mais à vontade.

No dia a dia, gosto de estar perto, ouvir, conversar e entender os problemas como eles realmente acontecem. Foi assim, atendendo pessoas e também vivendo as dificuldades da própria vida, que percebi que muitas vezes o que falta não é a existência de um direito, mas fazer esse direito chegar a quem precisa.

Nunca ocupei um cargo político. Decidi entrar para a política depois de uma vida construída fora dela. Levo comigo a experiência de quem trabalhou, empreendeu, gerou empregos, constituiu família e conhece de perto dificuldades que fazem parte da realidade de tantas famílias.

Agora, quero colocar essa experiência a serviço do Rio de Janeiro. Quero fazer política da maneira em que acredito: com os pés no chão, responsabilidade e disposição para trabalhar.

Ouvir as pessoas. Enfrentar os problemas. Construir soluções que funcionem.

Uma vida construída pelo trabalho

Comecei a trabalhar ainda jovem. Comprava bicicletas usadas ou com defeito, consertava e revendia. Também trabalhei na horta do bairro, vendi jornais, fui ajudante de obras e passei por escritório de contabilidade. Com o apoio dos meus pais, consegui realizar o sonho de ter meu primeiro pequeno negócio.

Ao longo dos anos, aprendi na prática a administrar, negociar, liderar equipes e enfrentar as dificuldades de quem empreende. Há mais de três décadas atuo como empresário lotérico, gerando empregos e, principalmente, mantendo diariamente contato com pessoas das mais diferentes histórias e realidades.

Experiências que mudaram minha maneira de enxergar a vida

Minha trajetória também teve momentos muito difíceis dentro da minha própria família. Vivi de perto as consequências de um grave erro médico no nascimento do meu primeiro filho e, anos depois, enfrentei ao lado da minha esposa a angústia da espera por cirurgias importantes. Em 2020, eu mesmo enfrentei uma forma grave de Covid-19, precisei ser intubado e permaneci em coma induzido.

Essas experiências fazem parte da minha história, mas não me colocam no papel de vítima. Elas me ajudaram a compreender ainda mais quem enfrenta uma fila, espera por atendimento, luta por um direito ou simplesmente precisa ser ouvido.

Por que entrar para a política agora?

Nunca exerci um cargo político. Minha decisão veio depois de uma vida inteira construída fora da política e do contato diário com pessoas que muitas vezes sabem que possuem direitos, mas encontram enormes dificuldades para acessá-los.

Acredito que minha experiência de gestão, minha capacidade de negociação e, principalmente, minha disposição para ouvir podem ser colocadas a serviço da população.

É por isso que decidi disputar uma vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro: quero colocar minha experiência a serviço das pessoas e trabalhar para que aquilo que hoje parece um “não” possa, com responsabilidade e trabalho, ser transformado em “sim”.

Fechar

Minhas Propostas

56% das políticas públicas federais analisadas atingiram apenas parcialmente seus objetivos, metas e resultados.

Não basta uma lei existir. Ela precisa funcionar na vida real.

O Brasil já possui muitas leis, programas e políticas públicas importantes. Mas esse dado do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra um problema que precisamos enfrentar: muitas vezes o direito existe, o programa existe e o recurso é destinado, mas o resultado ainda não chega como deveria à população.

Por isso, minhas propostas não partem da ideia de criar uma lei nova para cada problema. Em alguns casos, será preciso criar novas regras. Em outros, aperfeiçoar o que já existe. E, muitas vezes, será necessário fiscalizar, cobrar resultados e fazer o recurso público chegar onde realmente é necessário.

Como deputado federal, quero usar os instrumentos do mandato para apresentar projetos de lei quando forem necessários, destinar recursos por meio de emendas, fiscalizar a aplicação do dinheiro público e cobrar resultados concretos.

Não quero medir o trabalho de um mandato pela quantidade de leis apresentadas, mas pelo que realmente muda na vida das pessoas.

Fonte: Tribunal de Contas da União (TCU) — Relatório de Políticas Públicas 2025.

Famílias Atípicas e Cuidadores

Cuidar de quem dedica a vida a cuidar.

Item Nº 1

💙 Atendimento perto de casa — descentralizar os serviços

Uma família não deveria precisar atravessar cidades ou passar horas no transporte para conseguir atendimento.

Quero trabalhar para ampliar e descentralizar os serviços de saúde, reabilitação, assistência e apoio às famílias, levando mais estrutura para a Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e o interior do Estado.

Por meio de emendas parlamentares, quero destinar recursos para fortalecer e ampliar estruturas e serviços onde existe falta de atendimento.

O direito não pode depender do CEP. O atendimento precisa chegar mais perto das pessoas.

💙 Cuidado integrado — apoio para a família em um só lugar

Quem cuida não deveria precisar ir de órgão em órgão, repetir a mesma história e descobrir sozinho onde buscar cada atendimento ou direito.

Quero trabalhar para que os centros de atendimento e reabilitação possam contar, diretamente ou por meio da integração com outros serviços públicos, com Núcleos de Apoio à Família e ao Cuidador.

Enquanto o filho ou familiar estiver na fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional ou outro atendimento, o cuidador poderá ter acesso, conforme a estrutura de cada unidade, a apoio psicológico, assistência social, orientação sobre direitos e documentação e encaminhamento para assistência jurídica quando necessário.

A proposta é aproximar os serviços da família e fazer com que saúde, assistência social e demais órgãos públicos conversem entre si, evitando que o cuidador tenha que começar uma nova busca a cada necessidade.

Esses núcleos também devem fazer parte da descentralização dos serviços, chegando à Baixada Fluminense, São Gonçalo, Região Metropolitana e interior.

Enquanto uma pessoa recebe o tratamento de que precisa, quem cuida dela também pode encontrar apoio no mesmo lugar.

💙 Respiro para quem cuida

Há cuidadores que não conseguem ir ao próprio médico, fazer exames, estudar, trabalhar ou simplesmente descansar algumas horas porque não têm com quem deixar a pessoa que depende deles.

Quero destinar recursos para fortalecer e ampliar Centros-Dia e outros serviços de cuidado temporário, com segurança e profissionais preparados.

O objetivo é permitir que o cuidador possa cuidar também da própria saúde e da própria vida, sabendo que seu familiar está sendo bem assistido.

Quem cuida também precisa ter o direito de ser cuidado.

💙 Tempo para cuidar sem perder o emprego nem a renda

Quem cuida de uma pessoa com deficiência e precisa acompanhá-la em consultas, exames, terapias ou tratamentos não deveria ser penalizado por estar cumprindo uma responsabilidade indispensável.

Quero trabalhar pelo avanço de uma legislação que garanta ao familiar cuidador, mediante comprovação da necessidade, ausentar-se do trabalho para acompanhar atendimentos indispensáveis sem ter aquele período descontado do salário e sem precisar compensá-lo depois.

Também quero defender a adaptação da jornada quando houver necessidade contínua de acompanhamento, levando em consideração a intensidade e a frequência do cuidado, além de proteção contra discriminação e demissão motivadas pela responsabilidade de cuidar.

O trabalho remoto ou híbrido pode ser uma alternativa para algumas profissões, mas não pode ser a única resposta. Quem trabalha no comércio, em uma fábrica, em serviços ou em outras atividades presenciais também precisa ser protegido.

Para uma família que já enfrenta tantos gastos e dificuldades, perder parte do salário porque precisou acompanhar um filho ou familiar em um atendimento faz diferença dentro de casa.

💙 Proteção financeira para quem não consegue trabalhar porque precisa cuidar

Há mães, pais e outros familiares que não conseguem manter um emprego porque a pessoa que cuidam necessita de acompanhamento intenso e contínuo.

Quero defender uma proteção financeira para o cuidador familiar sem renda própria que, comprovadamente, esteja impossibilitado de trabalhar em razão da necessidade de cuidado de seu familiar.

Essa proteção deverá ter critérios claros, considerando a intensidade e a continuidade do cuidado, o grau de dependência da pessoa cuidada e a situação econômica da família, além de uma fonte responsável de financiamento.

Se o Estado reconhece a importância do trabalho de cuidado, também precisamos proteger quem teve de abrir mão da própria renda para cuidar.

💙 Capacitação e oportunidade de renda sem abandonar o cuidado

Muitos cuidadores não conseguem voltar a um emprego tradicional porque precisam estar disponíveis para a pessoa que depende deles. Mas isso não significa que devam abrir mão da possibilidade de trabalhar e ter a própria renda.

Quero incentivar parcerias com Sebrae, Senac, Senai, Institutos Federais e outras instituições de formação profissional para ampliar cursos gratuitos, presenciais e on-line, voltados às oportunidades reais de trabalho e geração de renda.

A proposta é oferecer caminhos para que o cuidador possa desenvolver uma atividade em casa, pela internet, por conta própria ou em horários compatíveis com sua rotina de cuidado, com orientação para empreendedorismo, educação financeira e comercialização.

Sempre que possível, essas capacitações também poderão ser aproximadas dos centros de atendimento, aproveitando o período em que o familiar estiver realizando suas terapias.

Quem precisou deixar o emprego para cuidar não precisa deixar para trás a possibilidade de ter sua própria renda.

💙 Melhorar a proteção social e as regras do BPC

Quero trabalhar pelo aperfeiçoamento das regras de proteção social para que elas considerem melhor a realidade das famílias que vivem uma rotina intensa de cuidado.

Uma família não deixa de ser vulnerável simplesmente porque sua renda ultrapassou por pouco determinado limite. A avaliação precisa considerar também a realidade econômica da família, os gastos relacionados ao cuidado e o impacto que a necessidade permanente de assistência exerce sobre a possibilidade de trabalhar e gerar renda.

Quero defender o aperfeiçoamento das regras do BPC e de seus critérios de avaliação, respeitando os direitos que já existem e trabalhando para corrigir as situações em que a legislação ainda não consegue enxergar adequadamente a realidade dessas famílias.

A proteção social precisa olhar para a vida real de quem cuida todos os dias.

💙 Proteção previdenciária pelos anos dedicados ao cuidado

Há mães, pais e outros familiares que passam muitos anos fora do mercado de trabalho porque alguém depende deles diariamente. Nesse período, muitas vezes deixam também de contribuir para a Previdência.

Quero trabalhar pelo avanço de medidas que garantam proteção previdenciária a quem comprovadamente precisou abandonar ou reduzir o trabalho para exercer cuidado familiar contínuo, considerando também as propostas que já estão em discussão no Congresso.

A solução precisa ter critérios claros, considerar a intensidade e a continuidade do cuidado e prever uma forma responsável de financiamento.

Quem dedicou anos da própria vida a cuidar de alguém não pode chegar à velhice e descobrir que, para a Previdência, todo aquele tempo simplesmente não existiu.

💙 Proteção para o cuidador depois da perda

Depois de anos dedicados ao cuidado, o falecimento da pessoa cuidada pode trazer, além do luto, uma mudança financeira imediata. Muitas vezes, o cuidador passou anos afastado do mercado de trabalho e não consegue simplesmente retomar a vida profissional de uma hora para outra.

Quero trabalhar pelo avanço de uma proteção financeira transitória para o cuidador, com critérios definidos em lei, que ofereça um período para reorganizar a vida, buscar qualificação e se preparar para retornar ao mercado de trabalho.

Essa proteção não significa transformar o BPC da pessoa falecida em pensão. A proposta é reconhecer a situação de quem passou anos dedicado ao cuidado e precisa de uma transição para reconstruir sua própria vida.

O cuidado pode terminar, mas quem dedicou anos a ele não pode ficar desamparado de um dia para o outro.

Fechar proposta

Autismo, Síndrome de Down e outras condições

Mais acesso, inclusão e cuidado em todas as fases da vida.

💙 Diagnóstico e atendimento sem perder tempo

Quando crianças, jovens ou adultos apresentam sinais ou dificuldades que precisam ser investigados, a família não pode passar meses ou anos procurando consultas, avaliações e profissionais sem saber quando conseguirá atendimento.

Quero destinar recursos por meio de emendas para ampliar e equipar serviços públicos de avaliação e diagnóstico, fortalecer equipes multiprofissionais e reduzir as filas, principalmente nas regiões onde a espera é maior.

Também quero levar essa estrutura para mais perto das famílias, fortalecendo os serviços na Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e no interior. E, onde não houver estrutura suficiente para esse atendimento, quero destinar recursos para que estados e municípios possam implantar novos espaços e ampliar a rede, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos.

E, quando já houver necessidades identificadas e indicação profissional, quero trabalhar para que crianças, jovens e adultos possam iniciar o cuidado necessário sem precisar esperar pela conclusão de todo o processo diagnóstico.

Quero ainda defender mais transparência nas filas e fiscalizar os recursos destinados: saber quantas pessoas estão esperando, há quanto tempo, onde estão os maiores gargalos, onde o dinheiro foi aplicado e se o investimento realmente reduziu a espera e aumentou o atendimento.

Quem precisa de ajuda não pode perder meses ou anos numa fila. O atendimento precisa começar o mais cedo possível e chegar mais perto de quem precisa.

💙 Terapia pelo tempo e da forma que cada um precisa

Conseguir o diagnóstico é apenas o começo. Depois dele, muitas famílias enfrentam outra dificuldade: garantir que crianças, jovens e adultos recebam as terapias de que realmente precisam, com frequência adequada, continuidade e qualidade no atendimento.

Cada criança, jovem ou adulto tem necessidades diferentes. Quero trabalhar para que o atendimento seja individualizado e definido de acordo com a avaliação e a indicação dos profissionais, e não simplesmente encaixado em um mesmo modelo para todos.

Hoje, os planos de saúde já não podem estabelecer um número máximo anual de sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia apenas por causa do diagnóstico. Quero trabalhar para fortalecer essa proteção na legislação federal e fiscalizar seu cumprimento, evitando limitações indevidas, interrupções injustificadas ou redução do tratamento necessário.

Também quero defender mecanismos que deem mais transparência aos atendimentos, permitindo verificar se a sessão autorizada realmente aconteceu, quanto tempo de atendimento foi efetivamente realizado e se o serviço prestado corresponde ao tratamento indicado. Se uma sessão precisar ser reduzida ou interrompida por necessidade técnica, isso deve estar devidamente registrado.

Por meio de emendas, quero destinar recursos para equipar, ampliar e melhorar os serviços públicos de fisioterapia, reabilitação e atendimento especializado, com aquisição de equipamentos e aumento da capacidade de atendimento onde houver necessidade.

Também quero apoiar a implantação e adaptação de salas sensoriais e multissensoriais e espaços de menor estímulo, planejados tecnicamente para crianças, jovens e adultos que necessitem desse tipo de ambiente durante o atendimento.

E onde esses serviços ainda não existirem ou forem insuficientes, quero destinar recursos para que estados e municípios possam implantar novos espaços e ampliar a rede de atendimento, levando essa estrutura também para a Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e o interior.

Não basta autorizar uma terapia no papel. Crianças, jovens e adultos precisam receber o tratamento indicado, pelo tempo necessário, com qualidade e o mais perto possível de onde vivem.

💙 Ambientes preparados para diferentes necessidades

Barulho excessivo, iluminação forte, ambientes cheios e longos períodos de espera podem tornar uma consulta, um exame ou um atendimento extremamente difícil para crianças, jovens e adultos que apresentam hipersensibilidade ou outras necessidades específicas.

Quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a adaptar unidades de saúde, centros de reabilitação e outros serviços públicos, criando espaços de menor estímulo e condições de acolhimento mais adequadas.

Nem sempre será necessário construir uma nova sala. Muitas unidades poderão melhorar o atendimento com adaptações de iluminação e acústica, organização dos espaços de espera, sinalização e outros recursos de acessibilidade, definidos de acordo com a necessidade e a estrutura de cada serviço.

Também quero incentivar a capacitação das equipes para que saibam identificar necessidades específicas e realizar adaptações razoáveis no atendimento, evitando que uma criança, jovem ou adulto deixe de realizar uma consulta, exame ou procedimento simplesmente porque o ambiente não estava preparado para recebê-lo.

Acessibilidade não é apenas conseguir entrar em um lugar. É encontrar condições para permanecer nele e receber o atendimento com respeito e segurança.

💙 Inclusão escolar com apoio de verdade

Estar matriculado não significa estar incluído. Muitas famílias conseguem a vaga, mas depois encontram uma escola sem estrutura, sem apoio adequado ou sem profissionais preparados para atender às necessidades de seus filhos.

Quero trabalhar para que crianças e jovens com deficiência tenham condições reais de permanecer na escola, aprender, participar das atividades e conviver com os demais alunos, com o suporte necessário para cada caso.

Quando houver necessidade, quero defender a oferta de profissional de apoio escolar, além de recursos de acessibilidade e estratégias pedagógicas adequadas às necessidades de cada estudante.

Também quero destinar recursos por meio de emendas para ajudar estados e municípios a equipar salas de recursos, adquirir materiais pedagógicos adaptados, tecnologias assistivas, equipamentos de comunicação e outros recursos necessários à inclusão e à aprendizagem.

Quero apoiar ainda a capacitação dos profissionais da educação e fortalecer a comunicação entre escola, família e, quando necessário e respeitada a privacidade, os profissionais que acompanham o estudante. A família não pode descobrir apenas no final do período letivo que o filho passou meses dentro da sala sem conseguir acompanhar as atividades.

A inclusão precisa ser avaliada pelo que acontece no dia a dia: se o aluno está aprendendo, participando, recebendo o apoio necessário e conseguindo permanecer na escola com segurança e dignidade.

Se a família tem o dever de levar o filho à escola, o poder público tem o dever de oferecer condições para que ele permaneça, aprenda, esteja seguro e seja verdadeiramente incluído.

💙 Combater o bullying, a rejeição e a exclusão dentro da escola

Não basta garantir a matrícula e oferecer apoio pedagógico. Crianças e jovens com autismo, Síndrome de Down e outras condições também podem enfrentar isolamento, preconceito, intimidação e bullying dentro da própria escola.

Quero trabalhar para fortalecer ações de prevenção e enfrentamento dessas situações, com capacitação dos profissionais para identificar os sinais, registrar as ocorrências, comunicar a família e agir rapidamente, antes que o problema se transforme em sofrimento, abandono ou afastamento da escola.

Também quero defender mecanismos mais claros para que as famílias saibam onde procurar ajuda e como acompanhar as providências tomadas pela escola, evitando que episódios recorrentes sejam tratados apenas como conflitos comuns entre alunos.

A prevenção também precisa envolver os estudantes. Quero incentivar projetos permanentes de convivência, respeito às diferenças e conscientização sobre deficiência, adequados a cada faixa etária, para que a inclusão seja construída também nas relações entre os próprios alunos.

E quero cobrar resultados: não apenas quantas ações ou campanhas foram realizadas, mas se os casos estão sendo identificados, se as famílias estão sendo ouvidas e se crianças e jovens estão conseguindo permanecer na escola sem medo e sem serem colocados à margem.

Nenhuma criança ou jovem deve precisar escolher entre estudar e se proteger de um ambiente que deveria acolhê-lo.

💙 Mais suporte para quem tem necessidades mais intensas

Há crianças e jovens com deficiência que necessitam de apoio intenso e contínuo para comunicação, alimentação, higiene, mobilidade, regulação emocional, segurança ou participação nas atividades escolares.

Nesses casos, apenas garantir a matrícula não resolve. Quero trabalhar para que a escola tenha estrutura, profissionais capacitados e apoio compatível com a necessidade de cada estudante, definido a partir de uma avaliação individualizada e com participação da família.

Quando a rede regular não tiver condições suficientes para atender situações mais complexas, quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar e fortalecer serviços especializados de apoio à educação, articulados com a escola regular e, quando necessário, com as redes de saúde e assistência social.

Também quero defender que cada situação seja analisada individualmente. Quando uma família procura ajuda porque o filho apresenta necessidades muito intensas e a escola não conseguiu oferecer condições adequadas para sua permanência, a primeira resposta do poder público deve ser oferecer suporte e encontrar uma solução — e não simplesmente responsabilizar a família.

O objetivo deve ser construir o atendimento mais adequado para aquela criança ou jovem, respeitando suas necessidades, sua segurança, seu desenvolvimento e seu direito à educação.

Inclusão de verdade não é obrigar todos a caber no mesmo modelo. É oferecer a cada criança e jovem as condições de que precisa para aprender, se desenvolver e participar.

💙 Espaços para desenvolver autonomia, convivência e talentos

Crianças, jovens e adultos com autismo, Síndrome de Down e outras condições precisam de oportunidades que vão além das consultas e terapias. Também precisam conviver, descobrir habilidades, desenvolver autonomia e participar da vida da comunidade.

Quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a criar, ampliar, reformar e equipar Centros-Dia e outros espaços de convivência e desenvolvimento, principalmente onde esses serviços ainda não existem ou são insuficientes.

Quero incentivar nesses espaços e também por meio de parcerias com instituições habilitadas projetos de teatro, música, dança, pintura, artes visuais, atividades culturais, esportivas e outras iniciativas que ajudem a descobrir e desenvolver as potencialidades de crianças, jovens e adultos.

Essas oportunidades precisam chegar também aos bairros e municípios onde hoje quase não existem. Quero trabalhar para descentralizar esses projetos e serviços, levando recursos também para a Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e o interior.

Esses projetos devem respeitar as capacidades, interesses e necessidades de apoio de cada participante, trabalhando também comunicação, convivência, autonomia, participação social e habilidades para a vida diária.

Quero incentivar também programas de preparação para a vida adulta e desenvolvimento da autonomia, para que adolescentes, jovens e adultos possam aprender, de acordo com suas capacidades, atividades importantes para o dia a dia: cuidar da própria higiene e alimentação, organizar uma rotina, usar dinheiro, fazer compras, utilizar transporte, realizar tarefas domésticas, compreender seus compromissos e participar das decisões sobre a própria vida.

Para quem tiver condições de alcançar maior independência, quero apoiar projetos que ofereçam experiências práticas de vida autônoma, com acompanhamento profissional e redução gradual do suporte conforme cada pessoa desenvolva novas habilidades. Para quem sempre precisar de ajuda, o objetivo será desenvolver o máximo de autonomia possível, sem retirar o apoio necessário.

Autonomia não significa fazer tudo sozinho. Significa aprender a fazer escolhas, desenvolver capacidades e precisar de ajuda apenas naquilo em que o apoio realmente for necessário.

E quero incentivar que essas atividades ultrapassem as paredes dos centros, com parcerias com escolas, teatros, espaços culturais, projetos sociais e a própria comunidade, criando oportunidades para apresentações, exposições e participação em atividades abertas ao público.

Quando uma habilidade ou talento puder se transformar também em oportunidade profissional, quero aproximar jovens e adultos de formação, qualificação e caminhos para o trabalho, respeitando suas possibilidades e escolhas.

O acesso a oportunidades também não pode depender do CEP. Todo talento precisa ter a oportunidade de ser descoberto e desenvolvido.

💙 O cuidado não pode parar quando chega a vida adulta

Crianças com autismo, Síndrome de Down e outras condições crescem. Mas muitas famílias descobrem que, quando o filho chega à adolescência ou à vida adulta, os serviços disponíveis diminuem, mudam ou simplesmente deixam de existir.

Quero trabalhar para que a passagem da infância para a vida adulta seja planejada, evitando que jovens que já recebem acompanhamento fiquem sem referência justamente quando suas necessidades continuam existindo.

Quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar serviços de saúde, reabilitação e atendimento multiprofissional também para jovens e adultos, inclusive criando novos espaços onde a rede existente não for suficiente.

Também quero fortalecer a integração entre saúde, assistência social, educação, qualificação profissional e serviços de apoio à vida adulta, para que a família não precise começar novamente, sozinha, uma busca por atendimento a cada mudança de fase da vida.

Nos casos em que houver necessidade de acompanhamento contínuo, quero defender a construção de um plano de transição, identificando antecipadamente quais atendimentos e apoios precisarão continuar na vida adulta e para quais serviços aquele jovem deverá ser encaminhado.

Essa estrutura também precisa chegar à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior, inclusive com novos serviços onde eles ainda não existirem.

A deficiência não termina aos 18 anos. O cuidado, o desenvolvimento e as oportunidades também não podem terminar.

💙 Trabalho e oportunidade também fazem parte da inclusão

Chegar à vida adulta não pode significar perder oportunidades. Muitos jovens e adultos com autismo, Síndrome de Down e outras condições podem trabalhar e desenvolver maior autonomia quando encontram capacitação, oportunidade e o suporte adequado às suas necessidades.

Quero incentivar parcerias com Sebrae, Senac, Senai, Institutos Federais e outras instituições de formação profissional para ampliar cursos e programas de preparação para o trabalho, levando em consideração as habilidades, interesses e necessidades de apoio de cada jovem ou adulto.

Também quero aproximar essa capacitação das oportunidades que realmente existem em cada região, para que o jovem não termine um curso e depois descubra que não existem empresas preparadas ou vagas compatíveis onde vive.

Nas empresas maiores, quero fiscalizar e cobrar o cumprimento da Lei de Cotas, que já existe, para que as vagas não sejam apenas números no papel e se transformem em oportunidades reais de trabalho e permanência no emprego.

Mas a inclusão não pode depender somente das grandes empresas. Quero trabalhar na construção de mecanismos que incentivem também micro e pequenas empresas a contratar pessoas com deficiência, inclusive estudando incentivos que ajudem esses negócios a realizar adaptações e oferecer o suporte necessário.

É a pequena loja, a padaria, o mercado, a farmácia, a oficina e tantos outros negócios próximos de casa que também podem abrir oportunidades.

Quero ainda fortalecer iniciativas de emprego apoiado e incentivar orientação para empresários, gestores e equipes sobre acessibilidade, adaptações razoáveis, comunicação e convivência no ambiente de trabalho.

Também quero enfrentar um medo que acompanha muitas famílias: “E se meu filho começar a trabalhar, o BPC for suspenso e depois ele não conseguir permanecer no emprego?”

A deficiência permanente não deixa de existir porque alguém conseguiu uma oportunidade de trabalho. Quero trabalhar para fortalecer na legislação a proteção durante essa transição, tornar mais simples e seguro o restabelecimento do BPC quando houver direito e aperfeiçoar o Auxílio-Inclusão, para que buscar uma oportunidade de trabalho não seja visto pela família como o risco de ficar desamparado.

E precisamos respeitar as diferentes realidades. Algumas pessoas poderão trabalhar com grande independência; outras precisarão de apoio contínuo; e outras, devido às suas necessidades, poderão não conseguir ingressar no mercado de trabalho.

Inclusão profissional não é apenas conseguir uma vaga. É ter oportunidade, suporte para permanecer no trabalho e segurança para tentar construir maior autonomia sem o medo de ficar desamparado.

💙 Quem vai cuidar do meu filho quando eu não estiver mais aqui?

Essa é uma pergunta que acompanha muitos pais durante anos: quem vai cuidar do meu filho quando eu envelhecer, adoecer ou não estiver mais aqui?

Essa preocupação se torna ainda maior quando o filho chega à vida adulta e continua necessitando de apoio para alimentação, higiene, medicação, locomoção, organização da rotina ou outras atividades do dia a dia.

Quero trabalhar para que esse futuro comece a ser planejado antes de uma emergência. É preciso identificar famílias em que uma criança, jovem ou adulto com deficiência depende de um cuidador que também está envelhecendo, adoecendo ou já apresenta dificuldades para continuar sozinho com essa responsabilidade.

Quero defender a construção de planos individualizados de continuidade do cuidado, com participação da própria pessoa, da família e das redes de saúde e assistência social, para definir antecipadamente quais apoios serão necessários quando o cuidador principal envelhecer, adoecer, ficar incapacitado ou falecer.

Também quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar Residências Inclusivas e outras formas de moradia apoiada previstas para adultos com deficiência que necessitem desse tipo de proteção, principalmente onde esses serviços ainda não existem ou são insuficientes.

Essa estrutura também precisa ser descentralizada. Quero trabalhar para que Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e o interior tenham alternativas de proteção e moradia apoiada, evitando que a única solução disponível esteja longe da comunidade e das pessoas com quem aquele adulto construiu sua vida.

E quero fiscalizar os recursos e a expansão dessa rede: saber quantas vagas existem, onde estão, quantas pessoas aguardam atendimento, onde ainda faltam serviços e se as estruturas oferecem cuidado, segurança e dignidade.

O planejamento precisa começar enquanto os pais ainda estão presentes, para que a família possa conhecer as alternativas, preparar a transição e para que o próprio jovem ou adulto, de acordo com suas capacidades e necessidades de apoio, participe das decisões sobre o seu futuro.

Nenhum pai ou mãe deveria envelhecer carregando sozinho a angústia de não saber quem cuidará do filho quando não puder mais estar ao lado dele.

Fechar proposta

Idosos

Mais cuidado, proteção e dignidade em todas as fases do envelhecimento

💙 Mais geriatras e cuidado integrado para o idoso

Envelhecer muitas vezes significa conviver com mais de uma doença ao mesmo tempo, utilizar vários medicamentos e passar por diferentes especialistas. Mas conseguir atendimento com um geriatra ainda pode ser difícil, principalmente nas regiões onde há poucos profissionais.

Não quero tratar essa falta apenas aumentando uma fila de encaminhamentos. Quero trabalhar também na origem do problema: formar mais especialistas e criar condições para que eles cheguem e permaneçam onde fazem falta.

O Governo Federal já possui programas de apoio à formação de médicos especialistas e financiamento de vagas de residência. Quero trabalhar para que a Geriatria seja priorizada de acordo com a necessidade da população e a falta de profissionais em cada região, ampliando oportunidades de formação e incentivando a fixação desses especialistas em áreas com maior carência.

Também quero destinar recursos por meio de emendas para ajudar a estruturar e equipar serviços de atenção à saúde da pessoa idosa, inclusive em hospitais e unidades que possam ampliar sua capacidade de atendimento e formação, respeitando as regras de credenciamento da residência médica.

Mas formar especialistas não resolve se todos permanecerem concentrados nos mesmos lugares. Quero defender mecanismos de incentivo para que geriatras e outros profissionais necessários ao cuidado do idoso atuem também nas regiões onde hoje há menor oferta, especialmente na Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e no interior.

Enquanto ampliamos essa estrutura, quero apoiar também a telessaúde, aproximando especialistas das equipes que atendem idosos em municípios onde ainda não há geriatras suficientes, sem substituir a consulta presencial quando ela for necessária.

Quero fortalecer ainda um cuidado integrado, com atenção à revisão periódica dos medicamentos utilizados pelo idoso, ajudando a identificar possíveis interações, duplicidades, efeitos adversos ou tratamentos que precisem ser reavaliados pelos profissionais responsáveis.

E meu mandato vai cobrar resultados: quantos geriatras estão sendo formados, onde esses profissionais estão atuando, quais regiões continuam sem atendimento suficiente e quanto tempo o idoso está esperando para conseguir uma consulta especializada.

Não basta formar mais especialistas. Precisamos fazer com que eles cheguem onde estão os idosos que precisam deles — e permaneçam lá.

💙 Reduzir as filas de cirurgias que recuperam movimentos e qualidade de vida

As filas já existem — e os próprios dados oficiais mostram a dimensão do problema.

O Plano Estadual de Saúde do Rio de Janeiro registrou 16.908 pessoas aguardando os principais procedimentos ortopédicos, sendo 9.482 somente para cirurgia de joelho, com tempo médio de espera de 155 dias. E documentos oficiais de 2026 continuam apontando ortopedia de joelho e patologias cirúrgicas da coluna entre as maiores filas de alta complexidade do Estado.

Para uma pessoa idosa, essa espera não representa apenas alguns meses a mais numa fila. Pode significar deixar de caminhar, aumentar o risco de quedas e passar a depender de outras pessoas para atividades que antes realizava sozinha.

Também existem idosos esperando por cirurgias de catarata e outros procedimentos capazes de recuperar visão, mobilidade e qualidade de vida.

Programas para reduzir filas já existem. Por isso, não quero simplesmente propor mais um programa. Quero trabalhar para que os recursos existentes cheguem onde a espera é maior e se transformem efetivamente em consultas, exames, cirurgias e próteses para quem está aguardando.

Também quero destinar emendas parlamentares para ampliar e equipar serviços públicos, aumentando a capacidade de atendimento nas regiões e especialidades onde estão os maiores gargalos.

E, diante das filas já acumuladas, quero apoiar ações concentradas e mutirões para atacar essa demanda, ao mesmo tempo em que se fortalece o atendimento regular. Não adianta diminuir uma fila hoje e permitir que outra se forme amanhã.

Meu mandato vai fiscalizar e cobrar resultados: quantas pessoas estavam esperando, há quanto tempo, quanto dinheiro foi destinado, quantos procedimentos foram realizados e quanto o tempo de espera realmente diminuiu depois do investimento.

Essa atenção precisa chegar também à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior.

Fila de cirurgia não é apenas um número. Para um idoso que está deixando de caminhar, enxergar ou realizar sozinho atividades do dia a dia, cada mês de espera conta.

💙 Ampliar o acesso a medicamentos pelo Farmácia Popular

Para muitos idosos, o tratamento não termina na consulta. Depois vem uma despesa que pesa todos os meses: comprar os medicamentos necessários para manter doenças controladas e preservar a saúde e a qualidade de vida.

O Farmácia Popular já oferece gratuitamente medicamentos e insumos para diferentes condições de saúde. Quero trabalhar para ampliar progressivamente o rol de medicamentos oferecidos pelo programa, priorizando tratamentos de uso contínuo e condições de grande impacto na população idosa que ainda não estejam adequadamente contemplados.

Essa ampliação precisa seguir critérios técnicos, considerando evidências de eficácia e segurança, número de pessoas que necessitam do tratamento, impacto para a saúde pública, alternativas já disponíveis no SUS e impacto orçamentário.

Também quero defender uma revisão periódica do rol, para que o programa possa acompanhar as mudanças nas necessidades da população e a incorporação de tratamentos ao SUS.

E meu mandato vai fiscalizar algo igualmente importante: não basta um medicamento constar no programa se o idoso chega à farmácia e não consegue encontrá-lo. Quero cobrar informações sobre disponibilidade, acesso, cobertura e regiões onde existem maiores dificuldades.

Medicamento prescrito e necessário não pode se transformar todos os meses numa escolha entre continuar o tratamento e pagar outras despesas básicas da casa.

💙 Prevenir a perda da capacidade funcional

Quero trabalhar para fortalecer ações de prevenção e acompanhamento da pessoa idosa, identificando mais cedo situações que podem comprometer sua capacidade de realizar atividades do dia a dia, como risco de quedas, perda de força e mobilidade, dificuldades de visão e audição, alterações de memória, alimentação inadequada e isolamento social.

Também quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar programas de atividade física orientada, fisioterapia preventiva, prevenção de quedas e manutenção da mobilidade, principalmente para idosos que já apresentam sinais de fragilidade.

As equipes de saúde também precisam conseguir identificar o idoso que começa a apresentar dificuldades dentro de casa. Uma queda recorrente, por exemplo, não pode ser tratada apenas quando termina em uma fratura. É preciso avaliar medicamentos, visão, equilíbrio, força muscular e as condições do ambiente onde aquela pessoa vive, encaminhando-a para os cuidados necessários. O Ministério da Saúde atualmente trata as quedas como sinal de alerta e recomenda justamente intervenções sobre saúde e ambiente.

Quero apoiar ainda ações para ampliar o acesso à avaliação da visão e da audição, porque deixar de enxergar ou ouvir adequadamente pode aumentar o risco de acidentes, dificultar a comunicação e contribuir para o isolamento.

E meu mandato vai cobrar resultados. Não basta contar quantas atividades foram oferecidas. É preciso verificar quantos idosos foram alcançados, quantos receberam acompanhamento e se essas ações estão ajudando a preservar mobilidade, independência e qualidade de vida.

Cuidar antes de uma queda, de uma fratura ou de uma perda importante de mobilidade pode fazer diferença para que o idoso continue realizando suas atividades e participando da própria vida.

💙 Reabilitação e equipamentos para recuperar movimentos e capacidades

Perder a capacidade de caminhar, ouvir bem ou realizar sozinho atividades do dia a dia pode transformar rapidamente a rotina de uma pessoa idosa. E muitas vezes existe tratamento ou equipamento capaz de recuperar parte dessas capacidades, mas a espera é longa, o serviço fica longe ou o equipamento entregue não é adequado à necessidade daquela pessoa.

Quero trabalhar para ampliar o acesso à fisioterapia e à reabilitação, principalmente nas regiões onde hoje há pouca oferta ou grandes filas, destinando recursos por meio de emendas para criar, ampliar e equipar serviços de reabilitação.

Também quero ampliar o acesso a próteses, órteses, aparelhos auditivos, cadeiras de rodas e outros recursos de tecnologia assistiva, com avaliação adequada antes da entrega. Não basta entregar qualquer equipamento para cumprir uma meta: ele precisa servir àquela pessoa e às suas necessidades.

Quando houver indicação, quero fortalecer também a reabilitação domiciliar para idosos acamados ou com mobilidade muito reduzida, articulada com a rede de atenção domiciliar. O SUS já prevê reabilitação no domicílio em situações indicadas.

E há idosos que precisam fazer o tratamento fora de casa, mas simplesmente não conseguem chegar até ele. Quero apoiar a ampliação do transporte sanitário adequado para pessoas idosas com dificuldade de locomoção que precisem realizar consultas, exames, fisioterapia, cirurgias ou outros tratamentos fora do local onde vivem.

Meu mandato vai fiscalizar não apenas quanto dinheiro foi gasto ou quantos equipamentos foram entregues. Quero saber quanto tempo as pessoas esperaram, quantas receberam o tratamento ou equipamento de que precisavam, se o recurso entregue era adequado e se ele realmente ajudou a recuperar mobilidade, comunicação e capacidade para as atividades do dia a dia.

E esses serviços precisam estar mais próximos das pessoas, com atenção também à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior.

O resultado que importa não é apenas entregar uma cadeira de rodas, um aparelho auditivo ou autorizar sessões de fisioterapia. É fazer o recurso chegar à pessoa certa e ajudá-la a recuperar o máximo possível de suas capacidades.

💙 Saúde bucal também faz parte da saúde do idoso

Perder dentes, sentir dor, ter dificuldade para mastigar ou usar uma prótese inadequada não é apenas uma questão estética. Para uma pessoa idosa, problemas de saúde bucal podem dificultar a alimentação, a fala, a higiene e afetar diretamente sua saúde e qualidade de vida.

Quero trabalhar para ampliar o acesso dos idosos à avaliação, prevenção e tratamento odontológico pelo SUS, inclusive próteses dentárias quando houver indicação, fortalecendo os serviços onde a oferta ainda é insuficiente.

Também precisamos olhar para os idosos que têm maior dificuldade para receber atendimento odontológico convencional. Pessoas com mobilidade reduzida, limitações físicas, dificuldade de comunicação ou alto grau de dependência podem precisar de profissionais preparados, mais tempo de atendimento, ambiente adequado e, em determinadas situações, serviços especializados.

Quero destinar recursos para ajudar a estruturar e equipar serviços de saúde bucal preparados para esses atendimentos, além de apoiar a capacitação das equipes.

Para idosos acamados ou com mobilidade muito reduzida, quero fortalecer, quando houver indicação e possibilidade técnica, a integração da saúde bucal com a atenção domiciliar.

E meu mandato vai fiscalizar os resultados: onde há atendimento, quanto tempo o idoso espera, onde faltam serviços especializados e se os recursos destinados realmente ampliaram o número de pessoas atendidas.

Essa estrutura também precisa chegar à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior.

Conseguir mastigar, falar, se alimentar e viver sem dor também é saúde e dignidade.

💙 Casa segura e acessível para prevenir quedas

Muitos idosos querem continuar vivendo na própria casa, perto da família, dos vizinhos e da comunidade onde construíram sua história. Mas, com o passar dos anos, uma residência que sempre foi adequada pode começar a apresentar riscos.

Um banheiro sem barra de apoio, uma escada sem corrimão, iluminação insuficiente, pisos escorregadios ou degraus difíceis de vencer podem transformar atividades simples em risco de queda. O Ministério da Saúde destaca que grande parte das quedas acontece no domicílio e recomenda medidas como boa iluminação, barras de apoio e organização segura do ambiente.

Quero trabalhar para ampliar o acesso, principalmente para idosos de baixa renda, a adaptações de segurança e acessibilidade nas casas onde eles já vivem.

Por meio de programas e recursos destinados à melhoria habitacional, quero apoiar estados e municípios na realização de adaptações como barras de apoio, corrimãos, rampas, adequação de banheiros, melhoria da iluminação, correção de pisos e outras intervenções necessárias para tornar a residência mais segura e acessível.

Mas não quero criar um pacote igual para todos. As adaptações precisam considerar a condição da pessoa e os riscos existentes naquela residência.

Quero incentivar também a integração entre saúde, assistência social e habitação, para ajudar a identificar idosos em maior situação de vulnerabilidade e famílias que não têm condições financeiras de realizar essas adaptações sozinhas.

E meu mandato vai fiscalizar os recursos destinados: quantas residências foram adaptadas, onde estão, quais melhorias foram realizadas e se os idosos de maior vulnerabilidade estão conseguindo acessar essas ações.

Essa estrutura precisa chegar também à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior.

Às vezes, uma barra de apoio, um corrimão ou um banheiro adaptado pode evitar uma queda capaz de mudar completamente a vida de uma pessoa idosa. Adaptar a casa também é cuidar da saúde.

💙 Atendimento para o idoso que não consegue sair de casa

Há idosos acamados, com mobilidade muito reduzida ou alto grau de dependência que não conseguem chegar com facilidade a uma unidade de saúde.

O SUS já possui diferentes formas de atenção domiciliar. Além do Melhor em Casa, o Ministério da Saúde apresenta atualmente o Padi Brasil, destinado às pessoas com 60 anos ou mais restritas ao domicílio, especialmente aquelas com limitações funcionais, fragilidade ou maior vulnerabilidade clínica e social.

Por isso, minha proposta não é criar outro programa. Quero trabalhar para fortalecer e ampliar a capacidade da atenção domiciliar onde a demanda é maior e a cobertura ainda é insuficiente.

Quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a estruturar e ampliar equipes de atenção domiciliar, com profissionais e equipamentos necessários para atender idosos que realmente precisam receber parte do cuidado em casa.

Esse atendimento precisa ajudar também a evitar complicações e internações que poderiam ser prevenidas, acompanhando situações como feridas e lesões por pressão, dificuldades de alimentação, necessidade de reabilitação e outros cuidados definidos pela equipe de saúde.

E há outra pessoa dentro dessa casa que não pode ser esquecida: quem cuida. Quero fortalecer a orientação aos familiares e cuidadores, para que recebam informações práticas sobre como realizar com segurança os cuidados necessários e quais sinais indicam que é preciso procurar atendimento médico. O próprio Padi Brasil prevê orientação e apoio às famílias e pessoas cuidadoras.

Quando o cuidado necessário não puder ser realizado em casa, o idoso precisa ter encaminhamento e acesso à unidade adequada.

E quero fiscalizar os resultados: quantos idosos precisam desse serviço, quantos estão sendo atendidos, quanto tempo aguardam, quais municípios têm equipes e onde ainda existem vazios de atendimento.

A expansão também precisa considerar a Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e o interior.

Se o idoso não consegue chegar ao atendimento, o cuidado precisa encontrar uma forma segura e responsável de chegar até ele.

💙 Fralda adequada também é cuidado com a saúde

Para muitos idosos que dependem de fraldas diariamente, receber qualquer fralda não resolve o problema. Uma fralda com tamanho inadequado, pouca absorção ou baixa qualidade pode causar vazamentos, irritações, lesões na pele, desconforto e aumentar as dificuldades de higiene e cuidado.

Quero trabalhar pela criação de critérios mínimos nacionais de qualidade e desempenho para fraldas geriátricas, com requisitos técnicos definidos pelos órgãos competentes, considerando fatores como absorção, retenção de líquidos, resistência, segurança dos materiais e adequação dos tamanhos.

A proposta é que esses critérios também sejam observados nas compras realizadas pelo poder público, para que uma licitação não escolha uma fralda apenas porque ela custa menos, sem considerar se o produto oferece condições adequadas para quem precisa utilizá-lo todos os dias.

Quero também destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar e melhorar o fornecimento de fraldas para idosos que necessitam desse cuidado, com distribuição regular, quantidade adequada e produtos compatíveis com as diferentes necessidades.

Hoje o Farmácia Popular também fornece gratuitamente fraldas geriátricas para pessoas com 60 anos ou mais que atendam aos requisitos do programa. Portanto, a fiscalização precisa alcançar também o acesso efetivo ao que já está disponível, além de eventuais melhorias no fornecimento público.

E quero fiscalizar os recursos destinados: saber o que foi comprado, qual a qualidade do produto entregue, para onde foi enviado, quantos idosos estão sendo atendidos e se o fornecimento está chegando regularmente às famílias.

Economizar comprando uma fralda inadequada pode significar gastar depois tratando as consequências. Para um idoso dependente, qualidade, tamanho correto e troca adequada também fazem parte da saúde e da dignidade.

💙 Centros-Dia e espaços de convivência: cuidado e vida ativa

Envelhecer não significa deixar de participar da vida. Mas cada pessoa envelhece de uma forma. Há idosos que continuam independentes e ativos, enquanto outros passam a precisar de ajuda e acompanhamento em algumas atividades do dia a dia.

Por isso, quero trabalhar em duas frentes diferentes, respeitando a finalidade de cada serviço: Centros-Dia para quem precisa de cuidados e espaços de convivência para quem quer continuar ativo, aprendendo e participando da comunidade. A própria legislação diferencia essas modalidades de atendimento.

Centros-Dia para quem precisa de cuidados durante o dia

O Centro-Dia é destinado a pessoas idosas que apresentam algum grau de dependência e precisam de ajuda ou acompanhamento. Durante parte do dia, elas podem receber cuidados, participar de atividades de convivência e contar com acompanhamento adequado, sem precisar deixar de morar com sua família. O serviço federal também prevê orientação e apoio aos cuidadores familiares.

Quero destinar recursos para ajudar a criar, ampliar, reformar e equipar Centros-Dia onde houver necessidade, aumentando a capacidade de atendimento.

Para as famílias, isso também representa apoio. Enquanto o idoso permanece em segurança, acompanhado e recebendo os cuidados de que necessita, seus familiares podem trabalhar, estudar, ir ao médico ou resolver outras necessidades da vida, sabendo que ele não está sozinho. O modelo federal do Centro-Dia prevê justamente o compartilhamento dos cuidados com a família.

Espaços de convivência para quem continua independente e ativo

Há também muitos idosos que não precisam de cuidados durante o dia, mas querem sair de casa, encontrar outras pessoas, aprender, praticar atividades e continuar participando da comunidade.

Quero apoiar a ampliação de espaços de convivência e projetos voltados a essa população, com atividades físicas, dança, música, pintura, artesanato, teatro, cultura, oficinas, inclusão digital, cursos e outras iniciativas adequadas à realidade de cada local.

Os serviços públicos de convivência já trabalham com atividades coletivas artísticas, culturais, esportivas e de lazer e incluem pessoas idosas entre os públicos atendidos.

Quero incentivar também atividades que valorizem aquilo que cada idoso aprendeu e construiu durante a vida, criando oportunidades para compartilhar conhecimentos, profissões, ofícios, experiências e habilidades com outras pessoas e com as novas gerações.

Mais estrutura onde estiver faltando

Quero ajudar estados e municípios a ampliar esses serviços onde houver demanda sem atendimento, tanto na Região Metropolitana quanto no interior do Estado do Rio de Janeiro, respeitando a responsabilidade de cada ente e a finalidade de cada equipamento.

Meu mandato também vai fiscalizar os recursos destinados e cobrar informações sobre onde existem Centros-Dia e espaços de convivência, quantas pessoas são atendidas, onde faltam vagas ou serviços e se os recursos públicos estão realmente chegando à população idosa.

Envelhecer com dignidade não é apenas viver mais. É poder continuar convivendo, aprendendo, fazendo escolhas e participando da vida — e encontrar cuidado e apoio quando eles forem necessários.

💙 Apoio também para a família que cuida

Quando um idoso passa a depender de ajuda para as atividades do dia a dia, muitas vezes é alguém da própria família que assume os cuidados. Há filhos, cônjuges e outros familiares que reduzem a jornada de trabalho, deixam o emprego ou reorganizam completamente a própria vida para cuidar de quem passou a depender deles.

E há situações ainda mais delicadas em que uma pessoa também idosa está cuidando de outra pessoa idosa, enfrentando limitações físicas, cansaço e dificuldades financeiras enquanto continua responsável pelo cuidado diário.

Quero trabalhar para fortalecer a rede de apoio a essas famílias, com orientação, capacitação, serviços de cuidado temporário e alternativas como Centros-Dia, para que o cuidador também possa trabalhar, ir ao médico, resolver suas necessidades e preservar a própria saúde.

Quero também atuar no Congresso na discussão e no aperfeiçoamento de propostas de proteção financeira, previdenciária e trabalhista para cuidadores familiares, especialmente para quem precisa reduzir ou interromper o trabalho remunerado para assumir cuidados contínuos de uma pessoa dependente.

Isso inclui discutir caminhos para proteção previdenciária do período dedicado ao cuidado, apoio às famílias de baixa renda e formas de conciliar trabalho e cuidado, com critérios claros e responsabilidade orçamentária.

Essas medidas precisam considerar diferentes realidades: quem deixou o emprego, quem reduziu sua renda, quem continua trabalhando enquanto cuida e quem passou anos dedicado exclusivamente a um familiar dependente.

Cuidar de um idoso dependente não pode significar ficar sem qualquer perspectiva de renda, proteção previdenciária ou possibilidade de continuar a própria vida. Quem cuida também precisa ser cuidado pela rede de proteção social.

💙 Mais vagas e estrutura para idosos que precisam de acolhimento

Há famílias que chegam a um momento em que já não conseguem oferecer sozinhas todos os cuidados de que um idoso dependente necessita.

Quero destinar recursos para ajudar estados e municípios a ampliar, reformar, equipar e criar novas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) onde houver falta de vagas, priorizando as regiões com maior demanda e menor oferta de acolhimento.

Essas unidades precisam estar preparadas para receber idosos com diferentes graus de dependência, com acessibilidade, higiene adequada, alimentação, segurança e número de cuidadores compatível com a necessidade dos residentes. A regulamentação da Anvisa estabelece quantitativos de cuidadores diferentes conforme o grau de dependência.

Quero também trabalhar para fortalecer a integração das ILPIs com a rede de saúde, especialmente para os idosos mais dependentes.

E não quero que a expansão fique concentrada apenas em algumas regiões. Os recursos precisam chegar também à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior, de acordo com a falta de vagas e as necessidades da população idosa.

Também quero fiscalizar os recursos destinados e cobrar informações claras: quantas vagas existem, quantas pessoas aguardam acolhimento, onde faltam unidades, quais são as condições das instituições e se os idosos estão recebendo o cuidado previsto nas normas.

Quando uma família já não consegue cuidar sozinha, a resposta não pode ser abandono nem improviso. O idoso precisa encontrar um lugar seguro, digno e preparado para cuidar dele.

💙 Combater instituições clandestinas, abandono e maus-tratos

Quando uma família procura um lugar para acolher um idoso, precisa ter segurança de que aquela instituição existe legalmente, possui condições adequadas de funcionamento e trata seus residentes com respeito e dignidade.

Quero trabalhar para fortalecer a identificação e a fiscalização de instituições que funcionam clandestinamente, sem as autorizações e condições necessárias, mas também daquelas que estão formalmente abertas e, mesmo assim, mantêm idosos em situações inadequadas.

As regras já existem e precisam ser cumpridas. Quero defender uma atuação mais integrada entre Vigilância Sanitária, Conselhos da Pessoa Idosa, Ministério Público e demais órgãos responsáveis, melhorando o compartilhamento de informações e a identificação de instituições irregulares.

Também quero defender mais transparência para as famílias, com informações que permitam verificar se a instituição está regularizada e se existem irregularidades graves identificadas pelos órgãos competentes, respeitados os limites legais de divulgação.

A fiscalização precisa olhar para aquilo que acontece lá dentro: higiene, alimentação, estrutura, número adequado de cuidadores, administração de medicamentos, prevenção de lesões e quedas e as condições reais em que os idosos vivem.

E, quando houver suspeita de violência ou maus-tratos, a resposta precisa ser rápida.

Fiscalizar não é apenas conferir documentos na porta. É saber como o idoso está sendo tratado depois que a porta se fecha.

💙 Dignidade também nos cuidados mais íntimos

Quando um idoso passa a depender de outra pessoa para tomar banho, trocar de roupa, usar o banheiro, trocar uma fralda ou realizar sua higiene pessoal, ele não deixa de ter direito à privacidade, à intimidade e a ser tratado com respeito.

Quero trabalhar para fortalecer a capacitação dos profissionais e cuidadores que prestam assistência direta à pessoa idosa, especialmente nos serviços públicos, instituições de acolhimento e demais estruturas financiadas com recursos públicos.

Os cuidados mais íntimos precisam ser realizados com atenção à privacidade, higiene, segurança e conforto, evitando exposição desnecessária, tratamento infantilizado, constrangimentos ou procedimentos feitos de maneira apressada apenas para cumprir uma rotina.

Isso também significa respeitar, sempre que possível, as escolhas e a participação do próprio idoso: explicar o que será feito, ouvir suas preferências e permitir que continue fazendo aquilo que ainda consegue realizar sozinho.

Quero apoiar a adoção e o cumprimento de protocolos de boas práticas para os cuidados pessoais, aproveitando as normas e orientações que já existem e aperfeiçoando o que for necessário.

E meu mandato vai fiscalizar principalmente os serviços e instituições que receberem recursos públicos, cobrando não apenas estrutura física e documentação, mas a qualidade real do cuidado oferecido às pessoas que dependem de ajuda para as atividades mais básicas da vida.

A família também precisa receber orientação para realizar esses cuidados com segurança e preservar a dignidade da pessoa idosa.

Precisar de ajuda para tomar banho, trocar uma fralda ou se vestir não torna ninguém menos adulto nem menos merecedor de respeito. A dignidade precisa estar presente também quando ninguém está olhando.

💙 Proteção contra violência, abandono e golpes

A violência contra a pessoa idosa nem sempre deixa marcas visíveis. Ela pode acontecer por meio de agressões, ameaças, humilhações, negligência, abandono, retenção de documentos, apropriação da aposentadoria ou do benefício e controle indevido do dinheiro e dos bens do idoso.

E existe também a ameaça dos golpes financeiros e digitais. Falsas centrais bancárias, links e mensagens fraudulentas, empréstimos não reconhecidos e outras formas de fraude podem comprometer uma renda construída durante toda a vida.

O Brasil já possui leis, canais de denúncia e órgãos responsáveis pela proteção da pessoa idosa. Por isso, não quero simplesmente propor mais um número de telefone ou criar uma estrutura que já existe. Quero trabalhar para fortalecer a prevenção, facilitar o acesso aos canais existentes e melhorar a integração entre os órgãos responsáveis quando houver suspeita de violência, abandono ou exploração financeira.

Quero defender também ações permanentes de orientação e prevenção de golpes, com linguagem simples e acessível, para que idosos e familiares saibam reconhecer situações de risco.

Nos casos de violência patrimonial e financeira, quero trabalhar para fortalecer mecanismos de prevenção e resposta, especialmente diante de movimentações, contratações ou empréstimos realizados mediante fraude, coação ou sem o verdadeiro consentimento da pessoa idosa, respeitando seu poder de decisão.

Também quero cobrar que a denúncia não termine apenas em um protocolo. É preciso acompanhar quantas denúncias foram recebidas, quais foram encaminhadas aos órgãos competentes, onde existem maiores dificuldades de atendimento e se a rede de proteção está conseguindo responder às situações identificadas.

E a informação precisa chegar também à Baixada Fluminense, São Gonçalo, outros municípios da Região Metropolitana e ao interior, inclusive aos idosos com pouca familiaridade com meios digitais.

Proteger o idoso não significa decidir por ele. Significa impedir que alguém use sua idade, sua confiança ou uma situação de dependência para tirar seus direitos, seu dinheiro ou sua dignidade.

Fechar proposta

Educação

Aprender hoje para construir novas oportunidades amanhã.

Item Nº 1

💙 Aprender de verdade, não apenas passar de ano

Concluir a escola precisa significar mais do que receber um certificado. Dificuldades de leitura, escrita e matemática acumuladas durante anos podem limitar oportunidades no futuro.

A recuperação escolar já existe em lei. Quero fazer com que ela produza resultado, com diagnóstico, recuperação, acompanhamento e nova avaliação. Se a dificuldade continuar, o apoio também precisa continuar.

Também vou fiscalizar os programas e recursos federais destinados à recomposição da aprendizagem e cobrar resultados.

O objetivo não é simplesmente reprovar mais. É combater a chamada “aprovação automática”, quando o aluno avança durante anos acumulando dificuldades sem receber o apoio necessário para realmente aprender. Quero que ele saia da escola preparado para continuar estudando, se qualificar, disputar melhores oportunidades de trabalho e ter mais liberdade para escolher o próprio futuro.

💙 Professor preparado e valorizado

Quero ampliar as oportunidades de formação continuada, cursos de extensão e aperfeiçoamento para professores, inclusive em parceria com universidades e institutos federais.

A formação precisa acompanhar os novos desafios da sala de aula, com capacitação em tecnologias digitais e inteligência artificial aplicada à educação, ajudando o professor a utilizar essas ferramentas e também a orientar os alunos sobre seu uso responsável.

Também é preciso enfrentar um problema que ainda existe no país: segundo o MEC, cerca de 33% das docências da educação básica não contam com professores com formação adequada à área em que lecionam. Vou defender políticas que estimulem a formação, a qualificação e a permanência de profissionais nas áreas em que há maior carência.

Quero ainda incentivar medidas que favoreçam a concentração da jornada do professor em menos escolas, reduzindo deslocamentos e garantindo mais tempo para planejamento, preparação das aulas e acompanhamento dos alunos.

Vou defender também o fortalecimento do apoio psicológico aos profissionais da educação, melhores condições de trabalho e medidas de proteção diante de ameaças, agressões e situações de violência.

Como deputado federal, vou atuar por meio de projetos de lei, fiscalização das políticas nacionais de valorização do magistério e defesa de recursos federais que apoiem estados e municípios na formação e na melhoria das condições de trabalho dos professores.

Valorizar quem ensina é dar condições para ensinar.

💙 Escolas com estrutura para ensinar e aprender

Vou trabalhar por recursos federais e destinar emendas para melhorar a estrutura das escolas públicas do Rio de Janeiro, apoiando salas climatizadas, instalações elétricas adequadas, internet de qualidade, salas de informática, equipamentos tecnológicos, banheiros, iluminação, acessibilidade e recuperação da estrutura física.

Também quero apoiar a instalação de energia solar nas escolas onde houver viabilidade técnica, contribuindo para o uso de energia renovável e para a redução das despesas com eletricidade.

Não adianta entregar equipamentos sem estrutura para utilizá-los. Modernização também precisa vir acompanhada de planejamento e condições de funcionamento.

💙 Mais vagas em creches

A falta de uma vaga em creche afeta a criança e toda a família, especialmente mães e pais que precisam trabalhar e não encontram um lugar adequado para deixar seus filhos.

Vou trabalhar para ampliar recursos federais e destinar emendas para construção, ampliação, reforma e equipamentos de creches, priorizando regiões onde exista maior demanda.

Quero que o recurso chegue onde a fila realmente existe e se transforme em vagas de verdade, com estrutura adequada para receber as crianças.

💙 Formação profissional e primeiro emprego

Quero ampliar as oportunidades de cursos técnicos e profissionalizantes, levando em consideração as atividades e oportunidades de cada região do Rio de Janeiro. Tecnologia, saúde, energia, indústria, logística e turismo são alguns exemplos de áreas que podem gerar formação e trabalho.

A qualificação também precisa alcançar quem já terminou a escola e quer aprender uma profissão ou buscar uma nova oportunidade.

O Jovem Aprendiz já existe e precisa funcionar plenamente. Vou defender o fortalecimento da fiscalização do cumprimento das cotas de aprendizagem e uma maior integração entre escolas, instituições de formação profissional e empresas, aproximando os jovens das oportunidades de aprendizagem profissional.

Também vou trabalhar pela criação de mecanismos federais que estimulem micro e pequenas empresas a oferecer voluntariamente oportunidades de aprendizagem e primeira experiência profissional, com contratação formal e respeito aos direitos trabalhistas.

A proposta é construir uma ponte entre formação, experiência profissional e emprego, para que o jovem não termine um curso e encontre como primeira barreira justamente a falta de experiência.

Como deputado federal, vou atuar por meio de projetos de lei, aperfeiçoamento das políticas de aprendizagem profissional, fiscalização e articulação com o Governo Federal, instituições de ensino e setor produtivo.

Não basta entregar um certificado. A formação precisa abrir uma porta.

💙 Combater a evasão antes que o aluno abandone a escola

Não podemos esperar o aluno desaparecer da escola para descobrir que ele precisava de ajuda. Faltas frequentes e queda no desempenho podem indicar problemas que precisam ser identificados cedo.

Vou defender o fortalecimento da busca ativa, do retorno à escola e das políticas de permanência, considerando que as causas do abandono podem ser diferentes: dificuldade de aprendizagem, necessidade de trabalhar, bullying, violência, problemas familiares, distância ou falta de perspectiva.

Também vou cobrar o cumprimento do direito à matrícula próxima da residência e fiscalizar os recursos federais destinados ao transporte escolar.

O próprio FNDE já identificou estudantes que precisam percorrer quilômetros a pé para chegar à escola ou ao ponto de transporte.

Não basta existir vaga. A criança precisa conseguir chegar à escola.

💙 Escola segura para alunos e professores

Quero apoiar medidas que tornem as escolas mais seguras, com recursos para controle de acesso, iluminação, comunicação de emergência e outros equipamentos de proteção, de acordo com a necessidade de cada unidade.

Também vou cobrar a aplicação efetiva das medidas de prevenção e combate ao bullying e ao cyberbullying, fortalecer o apoio psicológico e social e defender protocolos claros para situações de ameaça, agressão e violência contra alunos e profissionais da educação.

Segurança escolar não é transformar a escola em prisão. É permitir que alunos aprendam e professores ensinem sem medo.

💙 Vila do Futuro — oportunidades que podem mudar caminhos

Muitas ONGs e projetos sociais conhecem de perto a realidade das comunidades e realizam trabalhos importantes com crianças e jovens, mas encontram dificuldades para crescer por falta de estrutura e apoio.

Quero trabalhar pela Vila do Futuro, uma iniciativa para ampliar oportunidades especialmente em áreas de maior vulnerabilidade, apoiando atividades como esporte, cultura, música, tecnologia, reforço escolar, cursos e preparação profissional, além de alimentação durante o período de permanência.

Um dos pilares será fortalecer ONGs e projetos sociais que já fazem um trabalho sério, buscando recursos e criando caminhos para que possam atender mais crianças e jovens, sempre com critérios, transparência e fiscalização.

Quando o jovem encontra oportunidade, apoio e perspectiva de futuro, outros caminhos começam a se abrir.

Fechar proposta

Saúde da Mulher

Cuidado em todas as fases da vida, com atendimento no tempo certo.

Item Nº 1

💙 Diagnóstico mais rápido para o câncer

Quando existe suspeita de câncer, cada dia de espera importa. Depois de uma alteração, ainda podem ser necessários outros exames, consulta com especialista, biópsia, resultado e encaminhamento para o tratamento.

A legislação já estabelece prazo para a realização dos exames necessários ao diagnóstico quando a principal hipótese é câncer e também para o início do tratamento após a confirmação.

Quero fiscalizar o cumprimento desses prazos e trabalhar por recursos para ampliar a capacidade de mamografias, ultrassonografias, colposcopias, biópsias e outros exames necessários ao diagnóstico, principalmente onde os dados mostrarem maior espera.

Também vou cobrar transparência sobre as filas e o tempo de espera em cada etapa, para identificar os gargalos e direcionar recursos onde forem mais necessários.

Não basta descobrir uma alteração. A mulher precisa chegar ao diagnóstico e, quando necessário, ao tratamento sem se perder em uma sequência de filas.

💙 Endometriose: menos tempo esperando por um diagnóstico

Segundo o Ministério da Saúde, uma mulher com endometriose leva, em média, sete anos para receber o diagnóstico. São anos que podem significar dor, limitações na vida cotidiana e, em alguns casos, impactos na fertilidade.

Quero trabalhar para reduzir esse caminho, fortalecendo a identificação dos sintomas desde a atenção básica e ampliando o acesso a ginecologistas, exames especializados e serviços preparados para diagnosticar e tratar os casos mais complexos.

O SUS já oferece tratamento clínico e cirúrgico. Meu compromisso será trabalhar para que esse atendimento chegue a quem precisa, com menos demora e menos desigualdade entre as regiões do Rio de Janeiro.

Sete anos é tempo demais para uma mulher esperar por uma resposta para a sua dor.

💙 Atendimento especializado mais perto da mulher

Conseguir uma consulta é apenas o começo. Muitas mulheres ainda precisam passar por diferentes serviços até chegar ao especialista, fazer os exames e receber uma definição sobre o tratamento.

Quero ampliar a capacidade de atendimento ginecológico especializado e realização de exames, priorizando as regiões do Rio de Janeiro onde os dados mostrarem maior demanda e dificuldade de acesso.

Como deputado federal, vou trabalhar no orçamento e destinar emendas para estrutura, equipamentos e ampliação da capacidade de atendimento, além de fiscalizar os programas federais de redução das filas.

Também quero apoiar modelos que aproximem consulta, exames e diagnóstico, evitando que a mulher precise percorrer vários serviços para resolver um mesmo problema.

O atendimento precisa chegar mais perto da mulher e o caminho entre a consulta e a solução precisa ser mais curto.

💙 Gravidez segura e cuidado depois do parto

A gravidez precisa ser acompanhada do início ao fim — e o cuidado com a mulher não pode terminar quando o bebê nasce.

Quero fortalecer o acesso a exames durante o pré-natal, atendimento especializado para gestações de alto risco, maternidades estruturadas e acompanhamento da saúde da mulher depois do parto.

Também vou cobrar medidas efetivas de prevenção à violência obstétrica e um atendimento seguro e respeitoso durante o pré-natal, parto e pós-parto.

Como deputado federal, vou fiscalizar os recursos e os resultados das políticas de saúde materna e trabalhar no orçamento e por emendas para melhorar estruturas e equipamentos onde os indicadores mostrarem maior necessidade.

Não basta existir uma rede de atendimento. É preciso que a gestante consiga entrar nela, receber o cuidado necessário e continuar sendo acompanhada depois que o bebê nasce.

💙 Climatério e menopausa: cuidado além dos sintomas

A menopausa não significa apenas ondas de calor e alterações hormonais. Nessa fase, também aumenta a importância de cuidar da saúde cardiovascular da mulher.

O acompanhamento precisa considerar, além dos sintomas, fatores como pressão arterial, colesterol, glicemia e outros riscos para doenças cardiovasculares.

No Rio de Janeiro já existem políticas voltadas ao climatério e à menopausa. Quero cobrar para que funcionem na prática, com profissionais capacitados e acesso a avaliação, exames, orientação e tratamento individualizado, de acordo com a necessidade de cada mulher.

A saúde da mulher não termina quando acaba a fase reprodutiva. Cuidar da menopausa também é prevenir problemas que podem aparecer nos anos seguintes.

Fechar proposta

Violência contra a Mulher

Proteção, acolhimento e resposta rápida para quem precisa de ajuda.

Item Nº 1

💙 Medida protetiva precisa proteger de verdade

Conseguir uma medida protetiva é fundamental, mas a proteção precisa funcionar também depois que a decisão judicial é concedida.

A legislação avançou e já permite, em situações previstas, a monitoração eletrônica do agressor e mecanismos de alerta quando ele se aproxima da mulher. Quero fiscalizar a implementação dessas medidas e trabalhar para que existam recursos, equipamentos e estrutura suficientes para que elas funcionem de forma efetiva também no Rio de Janeiro.

Também vou cobrar transparência sobre descumprimentos, reincidência e resposta dada aos casos de maior risco, para identificar onde a proteção está falhando.

Uma ordem judicial não pode ser apenas um papel. Quando existe risco, a mulher precisa sentir que está realmente protegida.

💙 Um lugar seguro para sair da violência

Muitas mulheres permanecem em uma situação de violência porque têm medo de sair de casa sem saber onde ficar, como proteger os filhos ou a quem recorrer naquele momento.

Quero trabalhar por recursos federais e emendas para ampliar e estruturar casas de acolhimento, centros especializados e serviços integrados de atendimento, principalmente nas regiões onde a rede ainda é insuficiente.

Já existem modelos que reúnem acolhimento, apoio psicossocial, segurança, Justiça, transporte, alojamento temporário e orientação para autonomia econômica. O caminho não é inventar outra estrutura, mas fazer com que esse atendimento chegue a mais mulheres e mais regiões do Rio de Janeiro.

A mulher que decide sair de uma situação de violência precisa encontrar uma porta aberta — não outra barreira.

💙 Independência para não precisar voltar para o agressor

A violência também pode envolver controle do dinheiro, documentos, bens e impedimento de trabalhar, tornando ainda mais difícil romper a relação.

Quero fortalecer políticas que liguem a rede de proteção a qualificação profissional, encaminhamento para emprego, capacitação, inclusão produtiva e apoio para reconstrução da autonomia financeira, priorizando mulheres em situação de violência.

O programa federal Antes que Aconteça já prevê autonomia econômica e empreendedorismo entre suas ações. Como deputado, vou fiscalizar sua implementação e trabalhar para que recursos e oportunidades efetivamente cheguem às mulheres que precisam reconstruir a própria vida.

Sair da violência também significa ter condições para não precisar voltar por falta de alternativa.

💙 Violência não é somente agressão física

A violência pode começar muito antes da primeira agressão física: ameaças, perseguição, humilhação, controle, violência psicológica, sexual, patrimonial e até ataques contra filhos ou pessoas próximas para atingir a mulher.

No Rio de Janeiro, a violência psicológica foi a modalidade mais registrada em 2024, e a violência patrimonial atingiu o maior índice da série histórica. Em 2026, a legislação também passou a reconhecer expressamente a violência vicária, praticada contra filhos, parentes, dependentes ou pessoas da rede de apoio com a intenção de atingir a mulher.

Quero apoiar ações permanentes de informação e capacitação para que mulheres, profissionais da saúde, assistência social, segurança e demais serviços da rede reconheçam esses sinais e saibam como encaminhar cada situação.

Reconhecer a violência antes que ela aumente também é uma forma de salvar vidas.

💙 Atendimento completo depois da violência

Depois de uma agressão, a mulher pode precisar de muito mais do que registrar uma ocorrência. Pode precisar de atendimento médico, psicológico, social, orientação jurídica e acompanhamento por algum tempo.

Nos casos de violência sexual, existem ainda cuidados de saúde que precisam ser oferecidos rapidamente, incluindo medidas para prevenção de infecções e gravidez, além do acompanhamento posterior.

Quero trabalhar para fortalecer a integração entre saúde, assistência social, segurança e serviços especializados, com recursos federais para ampliar a capacidade de atendimento e evitar que a mulher tenha de contar sua história repetidamente em vários lugares sem conseguir concluir o atendimento.

A proteção não termina quando a mulher faz a denúncia. É preciso ajudá-la a recuperar segurança, saúde e condições para seguir a vida.

Fechar proposta

Demências

Diagnóstico, cuidado e dignidade em todas as fases da doença.

Item Nº 1

💙 Diagnóstico mais cedo e acompanhamento contínuo

Perda de memória, mudanças de comportamento e dificuldades nas atividades do dia a dia não podem ser tratadas simplesmente como consequências normais do envelhecimento.

Quero trabalhar para que os sinais de Alzheimer e outras demências sejam identificados mais cedo e para que a pessoa consiga avançar na rede de atendimento, com acesso, quando necessário, a geriatria, neurologia, psiquiatria, avaliação cognitiva, exames e acompanhamento multiprofissional.

A Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Alzheimer e outras Demências já prevê diagnóstico oportuno e uma linha de cuidado. Como deputado federal, vou fiscalizar sua implementação e trabalhar no orçamento e por emendas para ampliar a capacidade de atendimento onde os dados mostrarem maior dificuldade de acesso.

Descobrir a doença é apenas o começo. Depois do diagnóstico, a pessoa e a família precisam saber para onde seguir.

💙 Centros-Dia e atendimento mais perto de casa

No Rio de Janeiro já existem experiências que mostram a importância desse tipo de cuidado. O Hospital Estadual Eduardo Rabello, na capital, conta com Centro-Dia, e Volta Redonda mantém um Centro-Dia voltado a pessoas idosas com Alzheimer e seus familiares, com atividades de estimulação, convivência e apoio.

Quero trabalhar para que experiências como essas possam chegar a outras regiões do estado, de acordo com a necessidade da população. Como deputado federal, vou buscar recursos e destinar emendas para ajudar municípios e o Estado a implantar, ampliar e equipar Centros-Dia e outros serviços de atenção às pessoas com demência.

Esses espaços podem ajudar a preservar capacidades, convivência e qualidade de vida e, ao mesmo tempo, oferecer suporte à família e um período de respiro para quem cuida.

Um bom serviço não precisa ficar concentrado em poucos lugares. O que funciona pode servir de referência para chegar a mais famílias.

💙 Cuidado digno quando a dependência aumenta

Com o avanço das demências, algumas pessoas podem perder autonomia para atividades básicas, como alimentação, higiene, mobilidade e controle das necessidades fisiológicas. Em determinados casos, chega um momento em que a família já não consegue oferecer sozinha todo o cuidado necessário.

Quero trabalhar para ampliar e descentralizar serviços e vagas de acolhimento e cuidado continuado, com estrutura adequada para pessoas com demência e alta dependência.

O atendimento precisa garantir profissionais preparados, alimentação adequada, higiene, mobilidade, administração correta dos medicamentos e, quando necessárias, fraldas de qualidade, no tamanho e na quantidade adequados, com trocas e cuidados que protejam a pele e evitem complicações.

Também vou cobrar fiscalização efetiva das instituições e o cumprimento das normas de proteção contra negligência, abandono, violência e maus-tratos.

Perder a autonomia nunca pode significar perder a dignidade.

💙 Medicamentos e novos tratamentos precisam chegar ao paciente

As pesquisas sobre Alzheimer e outras demências continuam avançando, e novos medicamentos e tratamentos podem surgir.

Quero acompanhar e cobrar a atualização dos protocolos do SUS à medida que novas terapias sejam aprovadas, avaliadas e incorporadas com base em evidências de eficácia e segurança.

Mas incorporar não basta. Vou fiscalizar para que os tratamentos incorporados sejam efetivamente implementados, com recursos, aquisição, abastecimento e distribuição, e trabalhar para facilitar o acesso aos medicamentos de uso contínuo já oferecidos pelo SUS.

Também quero cobrar transparência quando houver falta de medicamentos, para que pacientes e familiares não fiquem sem informação nem precisem descobrir somente no momento da retirada que o tratamento não está disponível.

A ciência avança. O acesso ao tratamento também precisa avançar.

💙 A família precisa aprender a cuidar — e quem cuida também precisa de apoio

Receber o diagnóstico de uma demência muda a rotina de toda a família. Muitas vezes, porém, ela sai da consulta com o diagnóstico e a receita, sem saber como lidar com o que virá depois.

Quero fortalecer a orientação às famílias desde o diagnóstico, com informações práticas sobre alimentação, higiene, medicamentos, comunicação, segurança dentro de casa, prevenção de quedas, incontinência, alterações de comportamento, organização da rotina e atividades adequadas às capacidades que a pessoa ainda preserva.

Também vou trabalhar para ampliar capacitação gratuita para familiares e cuidadores, grupos de orientação, apoio psicológico e social e serviços de respiro, inclusive utilizando atendimento a distância quando isso ajudar a alcançar famílias que vivem longe dos serviços especializados.

E existe outra realidade que não pode ser ignorada: em casos de alta dependência, um familiar pode precisar reduzir sua jornada ou deixar de trabalhar para prestar assistência integral, justamente quando as despesas da família aumentam. Quero defender no Congresso apoio financeiro e proteção previdenciária para cuidadores familiares de baixa renda nessas situações, com critérios de renda e grau de dependência que direcionem o benefício para quem realmente necessita.

A legislação federal já reconhece a importância do cuidador e existem propostas em discussão no Congresso. Meu compromisso será trabalhar para aperfeiçoá-las e transformar esse reconhecimento em proteção concreta.

O diagnóstico não pode terminar com uma receita na mão. A família precisa aprender como cuidar — e quem dedica a própria vida ao cuidado também precisa de apoio.

Fechar proposta

Saúde Mental

Cuidado no momento certo, antes, durante e depois da crise.

Item Nº 1

💙 Atendimento antes que o sofrimento vire uma emergência

Depressão, ansiedade, transtorno bipolar, esquizofrenia e outros transtornos mentais podem afetar profundamente a vida da pessoa e de toda a família.

Quero trabalhar para ampliar o acesso ao cuidado antes que o sofrimento se transforme em uma emergência, fortalecendo a atenção básica e o acesso a psicólogos, psiquiatras, CAPS e equipes multiprofissionais, de acordo com a necessidade de cada paciente.

A rede de saúde mental já existe no SUS. Como deputado federal, vou trabalhar por recursos e emendas para ampliar a capacidade de atendimento nas regiões onde houver maior dificuldade de acesso e fiscalizar a aplicação dos recursos federais destinados à saúde mental.

Quem procura ajuda não deveria precisar esperar a situação piorar para conseguir atendimento.


💙 Crise de saúde mental: atendimento na hora e cuidado depois

Em uma crise grave, a família muitas vezes precisa tomar decisões rápidas: onde procurar ajuda, quem chamar e o que fazer quando existe risco para a própria pessoa ou para outras pessoas.

Quero trabalhar para fortalecer a integração entre CAPS com atendimento à crise, SAMU, UPAs, hospitais gerais e demais serviços da rede, com equipes preparadas para acolher essas situações e retaguarda hospitalar quando houver indicação clínica.

E o cuidado não pode terminar quando a crise passa. Vou defender fluxos mais claros entre a emergência e o serviço que continuará o tratamento, para que o paciente não receba alta e fique novamente sem acompanhamento.

Atender a emergência é fundamental. Evitar que a pessoa fique novamente sem acompanhamento também é.


💙 Crianças e adolescentes: perceber os sinais e encaminhar para quem pode tratar

Depressão, ansiedade, automutilação, transtornos alimentares e outros problemas de saúde mental também atingem crianças e adolescentes. Mudanças importantes de comportamento, isolamento e sofrimento emocional precisam ser levados a sério.

A legislação já garante atenção à saúde mental desse público. Quero fiscalizar sua implementação e fortalecer a ligação entre família, escola, atenção básica, CAPSi e demais serviços especializados, sem transformar professor em profissional de saúde.

Também vou trabalhar por recursos para ampliar a capacidade do atendimento infantojuvenil nas regiões onde houver insuficiência, com profissionais preparados para identificar situações de risco e encaminhar para o cuidado adequado.

A escola não substitui o tratamento de saúde, mas pode ajudar a perceber quando uma criança ou adolescente precisa de ajuda.


💙 Anorexia, bulimia e outros transtornos alimentares também precisam de cuidado

Anorexia, bulimia e outros transtornos alimentares não são vaidade nem simples falta de vontade para comer ou controlar a alimentação. São condições de saúde que podem provocar sofrimento psíquico e consequências físicas importantes.

Quero trabalhar para ampliar o acesso ao diagnóstico e ao acompanhamento multiprofissional, envolvendo atendimento médico, psicológico, psiquiátrico e nutricional conforme a necessidade de cada paciente.

Também vou defender recursos para ampliar e descentralizar esse atendimento, levando serviços especializados para mais perto das pessoas, de acordo com a demanda das diferentes regiões do Rio de Janeiro.

Quem enfrenta um transtorno alimentar precisa de tratamento, acolhimento e acompanhamento — não de julgamento.


💙 Prevenção do suicídio, continuidade do cuidado e orientação à família

Prevenir o suicídio precisa ir além das campanhas de conscientização. Uma pessoa que apresenta risco elevado, automutilação ou tentativa de suicídio precisa receber atendimento e continuar sendo acompanhada depois da emergência.

Quero fiscalizar e fortalecer a articulação entre os diferentes serviços do SUS para que o paciente não saia de uma situação grave sem encaminhamento para a continuidade do tratamento.

A família também precisa receber orientação sobre sinais de alerta, onde procurar atendimento diante de uma nova crise e como apoiar o tratamento, sempre respeitando a autonomia, a privacidade e os direitos do paciente.

Uma crise não termina na porta da emergência. O cuidado precisa continuar.

Fechar proposta

Filas e Regulação do SUS

Mais transparência e agilidade para quem espera por atendimento.

Item Nº 1

💙 O paciente precisa saber o que está acontecendo com seu pedido

Quem espera por consulta, exame ou cirurgia precisa conseguir acompanhar seu pedido e saber quando ele entrou na fila, em que situação está, se existe alguma pendência e quando houver alguma mudança importante.

Como deputado federal, vou trabalhar para melhorar as regras de transparência das filas e fiscalizar se os sistemas do SUS estão realmente permitindo que o paciente acompanhe seu pedido de forma simples e segura.

Também vou cobrar do Ministério da Saúde informações sobre a implantação desses sistemas e os resultados alcançados.

Quem está esperando por atendimento no SUS não pode ficar meses sem saber o que está acontecendo com seu pedido.

💙 Se o estado de saúde piorar, o caso precisa ser reavaliado

Uma pessoa pode entrar na fila para uma consulta, exame ou cirurgia e, enquanto espera, seu estado de saúde pode piorar. Essa mudança precisa ser informada e avaliada.

Como deputado federal, vou trabalhar para melhorar as regras de regulação do SUS, para que existam caminhos claros para atualizar as informações de saúde do paciente e permitir uma nova avaliação da prioridade quando houver uma piora importante.

A prioridade continuará sendo definida pelos profissionais de saúde, com base na necessidade e na gravidade de cada caso.

Não é furar a fila. É garantir que uma pessoa que piorou não continue sendo avaliada como estava meses atrás.

💙 A demora não pode fazer o paciente repetir etapas sem necessidade

Quem espera muito tempo por uma cirurgia ou procedimento pode chegar perto do atendimento e descobrir que alguns exames ou avaliações precisam ser atualizados. Isso pode ser necessário por razões médicas, mas também podem ocorrer repetições por falta de informação, falhas administrativas ou dificuldade de comunicação entre os serviços.

Como deputado federal, vou trabalhar para melhorar as regras de acompanhamento do paciente durante a espera e fiscalizar se os sistemas de saúde estão compartilhando as informações necessárias, evitando perda de dados e repetição de etapas por falhas do próprio sistema.

Também vou cobrar informações sobre tempo de espera, cancelamentos e continuidade do atendimento, para identificar onde estão os problemas.

O paciente não pode ficar andando em círculos dentro do SUS por falhas que poderiam ser evitadas.

💙 Fazer as vagas disponíveis chegarem a quem está esperando

Não basta saber quantas pessoas estão na fila. É preciso saber também onde existem vagas para consultas, exames, cirurgias e outros atendimentos.

Como deputado federal, vou fiscalizar a participação dos hospitais federais na regulação e cobrar do Ministério da Saúde informações claras sobre quantas vagas esses hospitais têm disponíveis, quantas são colocadas no sistema de regulação e quantas realmente são utilizadas.

Também vou trabalhar para melhorar a integração entre União, Estado e municípios, para que uma vaga disponível possa ser identificada e usada para atender quem está esperando, respeitando a necessidade de cada paciente e as regras do SUS.

Se existe atendimento disponível na rede, essa informação precisa chegar à regulação para ajudar quem está na fila.

💙 Reduzir a longa espera por cirurgias

Quem precisa de uma cirurgia pode passar muito tempo esperando, enquanto convive com dor, limitações e dificuldade para trabalhar ou realizar atividades simples do dia a dia.

O INTO, hospital federal de referência em ortopedia no Rio de Janeiro, mantém milhares de pacientes aguardando diferentes tipos de cirurgia. As filas são separadas por especialidade e procedimento, e o tempo de espera varia de acordo com a demanda e a complexidade da cirurgia.

Como deputado federal, vou cobrar do Ministério da Saúde metas e resultados para reduzir o tempo de espera nos hospitais federais, com atenção também às longas filas de cirurgias ortopédicas do INTO.

Também vou fiscalizar os resultados: quantas cirurgias estão sendo realizadas, quanto tempo os pacientes estão esperando e o que está dificultando a redução das filas.

Também vou fiscalizar se a falta de próteses, órteses ou outros materiais necessários aos procedimentos está contribuindo para aumentar o tempo de espera, cobrando planejamento, compra e disponibilidade adequada desses materiais nos hospitais federais.

E, por meio do Orçamento e de emendas parlamentares, poderei atuar para ampliar a capacidade de atendimento quando houver necessidade de mais estrutura, equipamentos ou serviços.

Quem precisa de uma cirurgia não pode passar anos convivendo com dor enquanto espera por atendimento.

Fechar proposta

Saúde dos Pets

Cuidar dos animais também é cuidar das famílias.

Item Nº 1

• Atendimento veterinário público mais perto de quem precisa

Quando um animal adoece, muitas famílias não conseguem pagar consulta, exames, medicamentos ou cirurgia. E, fora dos grandes centros, encontrar atendimento veterinário acessível pode ser ainda mais difícil.

O Estado do Rio já possui uma lei que autoriza a implantação e o apoio a hospitais veterinários públicos regionais. Por isso, minha proposta é ajudar a ampliar o que já existe e levar atendimento às regiões onde ele ainda é insuficiente, inclusive por projetos compartilhados entre municípios.

Como deputado federal, vou atuar no Orçamento e buscar recursos federais que possam ser destinados legalmente a projetos de proteção e atendimento animal, apoiando estrutura, equipamentos e ampliação dos serviços, de acordo com as regras de cada programa.

Cuidar da saúde de um animal não pode ser uma possibilidade apenas para quem consegue pagar.

• Castração, vacinação e prevenção precisam chegar a mais lugares

O Brasil já possui programas federais para identificação, castração e controle populacional de cães e gatos. O desafio é fazer essas ações chegarem a quem realmente precisa.

Como deputado federal, vou fiscalizar os resultados dos programas federais e trabalhar para que os recursos alcancem também os municípios do Rio onde o atendimento ainda é insuficiente, principalmente nas regiões com maior necessidade.

Castração precisa caminhar junto com vacinação, identificação, orientação aos tutores e combate ao abandono.

Prevenir ajuda a proteger os animais, as famílias e a própria cidade.

• Apoiar quem cuida dos animais abandonados

ONGs, abrigos e protetores acolhem animais abandonados e precisam manter ração, medicamentos, vacinação, castração e atendimento veterinário.

Esse trabalho protege os animais e também pode contribuir para a saúde das pessoas. Vacinação, tratamento e controle populacional ajudam na prevenção de doenças e no cuidado de espaços frequentados por todos, como ruas, praças e parques onde crianças e famílias convivem diariamente.

Como deputado federal, vou destinar recursos, quando houver previsão orçamentária adequada, para projetos de proteção animal executados por municípios e organizações regularizadas, com plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas.

O apoio deve contribuir também para tratamento, castração, vacinação, identificação e adoção responsável, ajudando a diminuir o abandono e a quantidade de animais vivendo nas ruas.

Quem dedica seu tempo a acolher animais abandonados precisa encontrar no poder público um parceiro responsável.

• Ração não pode pesar tanto no orçamento das famílias

Alimentar adequadamente um animal é uma responsabilidade diária. O custo pesa ainda mais para famílias de baixa renda, idosos, protetores e organizações que cuidam de muitos animais.

Já existem propostas em discussão no Congresso para reduzir a tributação sobre alimentos para cães e gatos. Como deputado federal, vou participar desse debate e trabalhar pelo aperfeiçoamento de medidas que possam reduzir o peso dos impostos sobre a alimentação dos animais, considerando também as novas regras da reforma tributária.

Também vou defender que os efeitos de uma eventual redução sejam acompanhados, para verificar se o benefício realmente chega ao preço pago pelas famílias.

Ração não é luxo para quem assumiu a responsabilidade de alimentar e cuidar de um animal.

• Atendimento veterinário também para os animais do campo

No interior do Rio, saúde animal não envolve apenas cães e gatos. Pequenos produtores e famílias rurais também precisam cuidar de cavalos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e outros animais, e transportar um animal de grande porte por longas distâncias pode ser difícil e caro.

O Estado já conta com atendimento especializado para grandes animais em estruturas como a UFRRJ, em Seropédica. A proposta é aproximar esse conhecimento e esse atendimento de outras regiões do interior, sem apresentar como nova uma especialidade que já existe.

Como deputado federal, vou trabalhar para fortalecer universidades públicas, projetos de extensão e parcerias que levem orientação e assistência veterinária às áreas rurais, inclusive por atendimentos itinerantes quando forem adequados.

Também poderei atuar no Orçamento para apoiar estrutura, equipamentos, formação e projetos voltados à saúde dos animais no interior, dentro das regras federais.

Quem vive e produz no interior também precisa ter onde buscar orientação e atendimento para seus animais.

• O vínculo entre animais e pessoas também merece atenção

Para muitas pessoas, o animal representa companhia, afeto e uma presença importante no dia a dia. Em determinados contextos, animais também participam de atividades assistidas e terapêuticas realizadas com acompanhamento profissional.

Como deputado federal, vou apoiar o desenvolvimento e a avaliação de projetos responsáveis realizados por universidades, instituições públicas e entidades habilitadas, especialmente quando possam contribuir para o bem-estar de crianças, idosos, pessoas com deficiência e pacientes em processos de recuperação.

Essas atividades não substituem tratamento médico ou psicológico. Devem ser realizadas com acompanhamento adequado, segurança para as pessoas e respeito ao bem-estar dos próprios animais.

Reconhecer a importância dos animais também é reconhecer o lugar que eles ocupam na vida de muitas famílias.

Fechar propostas

Trabalhadores de Aplicativo

Mais segurança, transparência e proteção para quem trabalha nas ruas.

Item Nº 1

💙 Pagamento justo e transparência nas corridas e entregas

Quem trabalha por aplicativo precisa saber com clareza como é calculado o valor de cada corrida ou entrega, quais taxas estão sendo cobradas e quanto efetivamente ficará com o trabalhador.

Como deputado federal, vou atuar nos projetos que já estão sendo discutidos no Congresso para ampliar a transparência das regras de pagamento e das taxas cobradas pelas plataformas.

Também vou defender que mudanças importantes nos critérios de remuneração sejam comunicadas de forma clara e com antecedência.

Quem trabalha precisa entender quanto vai receber e quais valores estão sendo descontados.

💙 Bloqueio ou exclusão do aplicativo precisa ter explicação e direito de defesa

Ser bloqueado ou excluído de uma plataforma pode significar perder, de uma hora para outra, uma importante fonte de renda.

Vou trabalhar para que as regras garantam informação clara sobre o motivo do bloqueio, possibilidade de contestação e análise adequada do caso, inclusive quando a decisão tiver sido tomada automaticamente pelo sistema.

Isso não impede medidas imediatas em situações que envolvam segurança ou possíveis irregularidades. Mas o trabalhador precisa saber o que aconteceu e ter um caminho para apresentar sua defesa.

Quem depende do aplicativo para trabalhar não pode ficar sem renda e sem saber por quê.

💙 Mais segurança para quem trabalha nas ruas

Motoristas e entregadores passam muitas horas circulando e ficam expostos a roubos, violência, acidentes e outras situações de risco.

Vou atuar nas propostas que estão no Congresso para aperfeiçoar medidas de proteção, como ferramentas de emergência, mecanismos de segurança para identificação dos usuários e proteção em caso de acidentes ocorridos durante a atividade.

Também vou cobrar resultados das medidas que forem aprovadas e a atuação dos órgãos responsáveis, respeitando as atribuições da União, do Estado e dos municípios.

Trabalhar não pode significar enfrentar os riscos das ruas sem instrumentos mínimos de proteção.

💙 Motociclistas precisam de proteção específica

Quem trabalha de moto enfrenta uma realidade diferente. Além da violência, existe uma exposição maior aos riscos do trânsito, tanto para quem realiza entregas quanto para quem transporta passageiros.

Como deputado federal, vou atuar nos projetos que tratam das condições de trabalho dos motociclistas de aplicativo, com atenção para prevenção de acidentes, proteção durante a atividade e condições adequadas para quem passa horas trabalhando sobre uma motocicleta.

As regras precisam considerar também as diferenças entre entrega de mercadorias e transporte de passageiros, sem tratar todas as atividades como se fossem iguais.

Quem trabalha de moto precisa de medidas compatíveis com os riscos que enfrenta todos os dias.

💙 Pontos de apoio próprios para trabalhadores de aplicativo

Quem passa horas trabalhando nas ruas precisa ter onde parar para usar um banheiro, beber água, descansar por alguns minutos e recarregar o celular.

Já existem projetos no Congresso tratando especificamente de pontos de apoio para motoristas e entregadores de aplicativo. Um deles prevê estrutura destinada aos trabalhadores cadastrados nas plataformas; outro projeto apresentado em 2026 propõe o chamado “Ponto Seguro”.

Como deputado federal, vou atuar nessa discussão para que sejam estabelecidas responsabilidades claras para implantação, funcionamento e manutenção desses espaços, buscando soluções viáveis para quem trabalha diariamente nas ruas.

Ponto de apoio para trabalhador de aplicativo não deve ser confundido com ponto de táxi: são atividades diferentes e cada uma precisa ter sua organização respeitada.

💙 Veículo é ferramenta de trabalho e precisa caber no orçamento

Carro ou motocicleta não é apenas meio de transporte para esses profissionais: é ferramenta de trabalho. Compra, financiamento e renovação do veículo podem representar um custo alto para quem depende dele para gerar renda.

Em 2026, uma medida provisória federal criou condições para linhas de financiamento destinadas à aquisição de veículos novos por profissionais de transporte remunerado privado individual de passageiros, além de taxistas e cooperativas de taxistas. A medida está em tramitação no Congresso.

Como deputado federal, vou acompanhar essa discussão e trabalhar para que as condições de acesso ao financiamento sejam claras e realmente possam alcançar os trabalhadores abrangidos pelas regras.

Também vou atuar na discussão das medidas destinadas aos motociclistas, para que as necessidades de quem utiliza a moto como ferramenta de trabalho sejam analisadas de forma específica.

Quem depende do próprio veículo para trabalhar precisa encontrar condições possíveis para adquirir, manter e renovar sua ferramenta de trabalho. 

 Fechar proposta

Empresários Lotéricos

Quem presta serviço à população também precisa ser valorizado.

Item Nº 1

As lotéricas vão muito além da comercialização de jogos. Prestam serviços financeiros e sociais e fazem parte do atendimento diário à população, inclusive em localidades onde o acesso a outros canais presenciais é mais limitado.

Por conhecer de perto a rotina de uma unidade lotérica, quero levar essa experiência para o Congresso e trabalhar pelo fortalecimento e pela sustentabilidade da atividade.

• Remuneração e sustentabilidade

Já existem projetos em tramitação no Congresso tratando da remuneração, da sustentabilidade econômica e da participação das lotéricas nas vendas físicas e digitais.

Vou acompanhar essas propostas, trabalhar pelo seu aperfeiçoamento e defender critérios transparentes e revisões periódicas para que a remuneração dos serviços considere também os custos necessários para manter as unidades funcionando.

• Loteria Federal e o encalhe

Hoje, a devolução dos bilhetes inteiros não vendidos não é livre: depende de autorização e do percentual de encalhe permitido pela administradora.

Vou defender uma regra permanente, transparente e objetiva para a devolução dos bilhetes não vendidos, com critérios e prazos definidos, além da revisão da distribuição das cotas às unidades.

O objetivo é buscar uma divisão mais equilibrada do risco comercial dos bilhetes que não forem vendidos.

• Transformação digital

A tecnologia faz parte da evolução das loterias. Vou trabalhar pelo aperfeiçoamento das propostas que tratam da participação das unidades lotéricas nas vendas realizadas pelos canais digitais, buscando regras transparentes e uma remuneração mais equilibrada para a rede física nesse novo cenário.

• Falhas de sistema

Já existe proposta em tramitação prevendo ressarcimento por falhas nos serviços disponibilizados, especialmente nos sistemas de tecnologia da informação.

Vou defender o aperfeiçoamento dessa medida, com critérios objetivos para o registro das indisponibilidades, identificação da responsabilidade e apuração dos prejuízos causados às unidades quando ficam impossibilitadas de trabalhar.

• Atendimento direto e participação

Vou defender um canal permanente e especializado para atender às demandas operacionais dos empresários lotéricos, com profissionais preparados para lidar com os problemas específicos da atividade.

Também vou trabalhar pelo fortalecimento da participação dos representantes da rede nas discussões sobre produtos, sistemas, remuneração e mudanças que afetem diretamente o funcionamento das unidades.

• Representação de quem conhece a atividade

Projetos e emendas importantes para os empresários lotéricos já estão em discussão no Congresso. Mas apresentar uma proposta é apenas uma etapa. Esses projetos passam por comissões, pareceres, possíveis alterações e outras fases até sua conclusão. O PL 5.931/2025, por exemplo, está atualmente na Comissão de Finanças e Tributação.

Como empresário lotérico do Rio de Janeiro, quero levar para esses debates a experiência de quem conhece a atividade no dia a dia, acompanhar as propostas em tramitação e apresentar aperfeiçoamentos para problemas que ainda precisem de solução.

• Como vou atuar

Como deputado federal, vou atuar na análise e no aperfeiçoamento dos projetos em tramitação, apresentar propostas quando necessárias, fiscalizar, solicitar informações, promover debates e audiências públicas e manter diálogo com os órgãos responsáveis e com as entidades representativas dos empresários lotéricos.

 Fechar proposta

Militares e Forças Auxiliares.

Acompanhar, ouvir e colaborar

Item Nº 1

Quero acompanhar de perto as propostas que tratam da valorização dos militares das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros militares.

Entre elas, está o PL 2.557/2026, que trata da isenção do Imposto de Renda sobre rendimentos de militares das Forças Armadas e das forças auxiliares. A proposta está em tramitação no Senado.

Também quero acompanhar a SUG 29/2026, que trata da valorização da remuneração-base dos militares das Forças Armadas e da possibilidade de reajuste anual pela inflação. Atualmente, a sugestão está na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.

Meu compromisso será estudar cada matéria, ouvir representantes das categorias e colaborar para o aperfeiçoamento dos textos, por meio do debate legislativo, apresentação de emendas quando cabíveis, articulação parlamentar e fiscalização.

Não basta apoiar uma proposta pelo título. É preciso analisar seus efeitos, sua viabilidade e buscar soluções que valorizem quem exerce essas funções com responsabilidade e dedicação.

Fechar propostas

Material de Campanha

Baixar Jingle Oficial (.mp3)

Galeria de Fotos

Quero ser Voluntário

Apoie a Campanha

🎯 Faça sua doação via PIX:
🔑 Chave Celular: 21998116264
🏦 Favorecido: Marcelo Rizzi – Conta Eleitoral

Confira os dados no aplicativo do seu banco antes de confirmar o pagamento.

Importante: As doações eleitorais devem ser realizadas por pessoas físicas, observados os limites e as regras da legislação eleitoral.

Não pode contribuir financeiramente?
Você também pode ajudar conhecendo, compartilhando e divulgando minhas propostas. Sua participação também faz a diferença.

ELEIÇÕES 2026 – Marcelo Rizzi
CNPJ do Candidato: 68.470.579/0001-90
Partido / Coligação: Republicanos
Este site está em conformidade com a LGPD e as resoluções vigentes do TSE.
🔒  Política de Privacidade
Todos os direitos reservados.

plugins premium WordPress